IX Congresso Brasileiro e VII Congresso Internacional da Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física

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Dados do Trabalho


Título

Caracterização do perfil de jogadores de futebol amador no Município de Campestre-Ma

Resumo (máximo 3000 caracteres com espaço)

Letícia Vitória de Jesus Miranda
Carlos Eduardo Pereira de Souza

Introdução: O futebol é o esporte coletivo mais popular na sociedade, promove a interação social, estimulando a atribuição de um melhor estilo de vida, excelente prática de atividade física pois trabalha vários movimentos e grupos musculares do corpo, contribuindo para a melhora das funções respiratória e cardiovascular, previne o surgimento de problemas de saúde, trazendo mais qualidade de vida. Objetivo: O objetivo do estudo foi caracterizar o perfil de jogadores amadores do município de Campestre-Ma. Método: trata-se de um estudo transversal, descritivo e quantitativo. Realizado no período de maio e junho de 2019. A população foi composta de jogadores amadores de um time de Campestre-Ma. A amostra foi composta de 20 participantes, do sexo masculino, com idades entre 17 a 32 anos, selecionados aleatoriamente por conveniência. Participaram da pesquisa jogadores cadastrados em time amador que aceitaram participar da pesquisa. Para caracterização do perfil foi utilizado o questionário baseado em Pazin (2008), modificado. A análise de dados foi realizada através de frequência absoluta e relativa, onde foi utilizado o programa Microsoft Excel 2017. Resultados: De acordo com os resultados da pesquisa, 90% (n=18) possuem ensino médio como escolaridade. 80% (n=16) deles realizaram treinamento de preparação antes de iniciar os treinos, 15% (n=3) deles praticam há pelo menos 5 anos, 30% (n=6) de 6 a 10 anos, 40% (n=8) entre 11 e 20 anos e 15% (n=3) pratica há 21 anos ou mais, sendo que 100% (n=20) não possuem orientação especializada. Em relação ao volume de treino, 80% (n=16) treinam de 1 a 3 vezes por semana e fazem um treino ao dia. 65% (n=13) relataram que praticam outro exercício físico, como corrida, pedalar e musculação e 35% (n=7) não praticam. 20% (n=4) dos jogadores informaram que sofreram lesão no ano de 2019, apenas 10% (n=2) deles fizeram tratamento médico, 15% (n=3) fez uso de automedicação e nenhum fez tratamento fisioterapêutico. Conclusão: É notável a ausência de orientação especializada nos times amadores o que contribui para o surgimento de lesões e outros problemas como o overtraining que é o excesso de treinamento e atividades repetitivas de determinados tipos de exercício, causando prejuízo à postura, com propensão a um desequilíbrio muscular. Tem se uma necessidade de assistência profissional e desenvolvimento medidas preventivas nas equipes de futebol, pois podem reduzir o número de jogadores lesionados.

Palavras-chave (máximo 3)

Palavras Chaves: Futebol amador. Lesões no esporte. Fisioterapia Desportiva.

Área

Epidemiologia

Autores

Letícia Vitória DE JESUS MIRANDA , Carlos Eduardo Pereira de Souza